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BNDES amplia prazo de financiamentos em infraestrutura a até 34 anos e reduz spreads

Para projetos de educação, saúde, segurança e telecomunicações, o prazo é de até 20 anos. E para capital de giro, o prazo máximo é de 5 anos.

Da Redação ([email protected] )

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)

anunciou nesta terça-feira a ampliação do prazo total dos financiamentos

de projetos de infraestrutura, que poderão chegar a até 34 anos,

redução dos spreads e aumento da participação máxima do banco nos

financiamentos.

As mudanças dão continuidade a medidas anunciadas

em janeiro, quando entrou em vigor a Taxa de Longo Prazo (TLP), que

substituiu a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) como taxa básica das

operações do banco.

Os spreads -- taxa de remuneração do banco--

cairão para 0,9 por cento ao ano, ante 1,7 por cento, nos financiamentos

em áreas consideradas prioritárias, que são segurança pública,

inovação, meio ambiente, energia solar, saneamento, tratamento de

resíduos sólidos e qualificação profissional. Nos demais casos, os

spreads podem chegar a até a 2,1 por cento, com faixas intermediárias de

1,3 e 1,7 por cento.

O

banco de fomento também anunciou que passará a calcular o percentual

máximo de participação dos financiamentos com base no investimento total

dos projetos, e não apenas em cima de itens financiáveis. No caso de

micro, pequenas e médias empresas, a participação do BNDES pode ser de

até 100 por cento em todas a linhas de financiamento. Para as grandes

empresas, a participação máxima é de 80 por cento para projetos de

setores considerados prioritários e de 60 por cento nos demais casos, ,

disse o banco em comunicado.

O prazo total, incluindo carência e

amortização, dos financiamentos nos projetos de ferrovias, rodovias,

hidrovias e mobilidade urbana foram estendidos a até 34 anos. Para

projetos em energias alternativas, portos, aeroportos, exportação e

desenvolvimento regional, o prazo máximo total chega a 24 anos.

Para

projetos de educação, saúde, segurança e telecomunicações, o prazo é de

até 20 anos. E para capital de giro, o prazo máximo é de 5 anos.

Agência O Globo


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